Chegou aos cinemas o ultimo capitulo da história da Terra-Média, vamos falar de O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos.
O filme O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (The Hobbit: The Battle of the Five Armies) foi dirigido por Peter Jackson. É o último filme da trilogia que foi adaptada a partir da obra de mesmo nome do escritor britânico J. R. R. Tolkien. 
A épica conclusão das aventuras de Bilbo Bolseiro, Thorin Escudo-de-Carvalho e a Companhia de Anões. Tendo recuperado sua terra natal do dragão Smaug, a Companhia involuntariamente despertou uma força mortal para o mundo. Enfurecido, Smaug espalha sua ira sobre homens, mulheres e crianças indefesas da Cidade do Lago. Obcecado pelo tesouro recuperado, Thorin sacrifica amizade e honra para guardá-lo enquanto as tentativas desenfreadas de Bilbo para fazê-lo ver a razão levam o Hobbit a uma decisão desesperada e perigosa. Mas há ameaças ainda maiores pela frente. Invisível para todos exceto para o Mago Gandalf, o grande inimigo Sauron enviou legiões de orcs para um ataque surpresa à Montanha Solitária.
Como “pre-call” esse filme deixa varias pontas soltas e questionamentos se pensarmos na história do Senhor dos Anéis, porem ao contrario do segundo filme A Desolação de Smaug ele funciona sozinho, claro que quanto mais próximo da história e mitologia da Terra-Média o espectador estiver mais ira aproveitar as referencias a trilogia renomada de Senhor dos Anéis.
É o menor filme da Terra-Média já feito ele não cansa o espectador com diversos finais e com certeza tem um ritmo melhor que o filme anterior.
Minha humilde opinião os 10 minutos de destruição da cidade do lago pelo Smaug podiam muito bem estar no filme anterior não tinha a necessidade de estar neste filme, ainda que Peter Jackson estivesse tentado manter a tensão e aumentar a expectativa para o capitulo final essa sequencia ficaria muito melhor no filme anterior.
O filme O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos também foi filmado em 48 quadros o que deixou a imagem muito computadorizada. A velocidade com que a imagem passa principalmente com a adição da tecnologia 3D traz a sensação de estar jogando videogame e não assistindo a um filme, não estou desmerecendo os efeitos porque na realidade os efeitos são excelentes, mas eu preferia que tivesse mantido a identidade visual da trilogia anterior por mais que as técnicas e equipamentos tenham evoluído da época da trilogia Senhor dos Anéis.
Sobre o elenco Martin Freeman, Richard Armitage, Ian McKellen Lee Pace, Aidan Turner, Evangeline Lilly e Luke Evans, é um elenco de peso que mesmo com altos e baixos mostraram ser escolhas muitos acertadas para seus papéis na Terra-Média. A participação dos icônicos atores da trilogia Senhor dos Anéis foi muito boa, a atriz Cate Blanchett e os atores Orlando Bloom, Christopher Lee e Hugo Weaving demostravam em tela o quanto estavam a vontade revivendo seus antigos personagens.
Considerações Tauriel, a personagem de Evangeline Lilly que não existe no livro deveria ter morrido para ter mais impacto e explicar o comportamento de Legolas na trilogia Senhor dos Anéis,  onde ele é o único elfo que cria amizade com um anão. Dois povos que nunca foram companheiros, a morte dela poderia ter causado a mudança de pensamento no Legolas, mas Peter Jackson não teve menor interesse em aproveitar isso, preferiu deixar a ponta solta e levantar questionamentos do que a personagem estava fazendo durante a trilogia Senhor dos Anéis. Outro questionamento é o que o Gandalf ficou fazendo todos os anos entre os acontecimentos do Hobbit ate a Sociedade do Anel já que ele ficou cara a cara com Sauron e sabia que Bilbo tinha encontrado um anel magico na jornada.
Eu pessoalmente gostei do filme, mesmo não sendo tão fã da Terra-Média é um filme bom de se assistir. Fã ou não vale a pena, então fica mais essa dica.
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos - Comentários
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